Polícia Federal prende dois homens com medicamentos para emagrecimento no Aeroporto de Manaus
Foram apreendidas 135 ampolas de medicação sem documentação
policiais encontraram 115 ampolas de medicamentos utilizados em tratamentos para emagrecimento. A Polícia Federal prendeu em flagrante dois homens suspeitos de transportar medicamentos de forma irregular no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus. As ocorrências foram registradas entre os dias 13 e 14 de maio, durante fiscalizações de rotina na área de desembarque de voos domésticos.
Segundo a PF, a primeira apreensão aconteceu após agentes identificarem duas malas suspeitas em um voo vindo de Brasília. Durante a inspeção, os policiais encontraram 115 ampolas de medicamentos utilizados em tratamentos para emagrecimento.
O passageiro responsável pelas bagagens compareceu para retirada do material e, conforme a polícia, assumiu ser o proprietário das substâncias. No entanto, ele não apresentou documentação legal que autorizasse o transporte e a comercialização dos produtos.
Já a segunda prisão ocorreu em outra fiscalização realizada com um passageiro procedente de Guarulhos. Com ele, os agentes localizaram mais 20 ampolas do mesmo tipo de medicamento.
Ao todo, foram apreendidas 135 ampolas.
Investigação
Os dois suspeitos foram encaminhados para a Superintendência Regional da Polícia Federal no Amazonas, onde permaneceram à disposição da Justiça.
A PF informou que os investigados poderão responder por transporte e comércio irregular de substâncias medicinais, além de possíveis crimes relacionados à importação e distribuição ilegal de medicamentos sem autorização sanitária.
Fiscalização reforçada
Nos últimos meses, órgãos de fiscalização têm intensificado o combate à entrada e circulação irregular de medicamentos utilizados para emagrecimento, principalmente substâncias de alto valor comercial e grande procura no mercado clandestino.
A polícia não informou:
quais eram os medicamentos apreendidos;
o destino final das substâncias;
nem se há ligação com esquema maior de distribuição ilegal.
As investigações continuam.




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